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Polidora rotativa, orbital ou de rotação forçada

As três máquinas fazem trabalhos diferentes e nenhuma substitui as outras. A escolha depende menos do orçamento e mais de quanto verniz precisa de remover e de quanta experiência tem — uma rotativa nas mãos erradas queima uma aresta em segundos.

A diferença em três frases. Rotativa — o prato gira num eixo só; corta muito e aquece muito, é a ferramenta de quem sabe. Orbital de dupla ação — o prato oscila e roda livremente e para se encontrar resistência; é segura, ideal para quem começa, e mais lenta a corrigir. Rotação forçada — mantém a rotação sob pressão, junta o corte da rotativa à segurança relativa da orbital.

O erro mais comum é comprar máquina e poupar na boina. Uma orbital modesta com boinas certas e composto adequado dá melhor resultado do que uma máquina caríssima com uma boina saturada. O orçamento deve dividir-se: máquina, boinas, compostos e iluminação — sem uma lâmpada de inspeção não se vê o que se está a fazer.

Sobre o curso: 8 mm é para acabamento e aplicação de selantes, 15 a 21 mm é para corrigir. Uma máquina de curso longo trabalha painéis grandes muito mais depressa; uma de curso curto entra em pilares e frisos onde a outra não cabe. Quem faz isto a sério acaba por ter as duas.

Dá para polir à mão? Dá para aplicar cera ou selante, não para corrigir riscos. Que velocidade uso? Comece no 3 de 6 e suba só se precisar; velocidade alta com pouca pressão é mais segura que o contrário. Quantas passagens? Duas a quatro sobre a mesma zona, em cruz, sem carregar. Posso polir um carro todo num dia? Um passo, sim. Corrigir a sério leva dois a três dias.

Ver também: Boinas e pratos · Boinas de espuma · Preparar · Pintura · Manter