A mostrar todos os 2 resultadosOrdenado por popularidade

Polimento de vidros: riscos, halos e marcas de limpa-vidros

O vidro pode ser polido, mas é um trabalho diferente do da pintura: o vidro é muito mais duro e exige composto próprio à base de óxido de cério e paciência. Serve para tirar marcas de escovas do limpa-vidros, halos de água dura que já atacaram a superfície e riscos leves — não resolve fissuras nem impactos de pedra.

A pergunta a fazer primeiro é se o defeito é em cima ou dentro do vidro. Passe a unha: se engancha, é um risco físico e polir só o vai suavizar. Se não engancha e a marca desaparece quando o vidro está molhado, é depósito mineral — e nesse caso o caminho é químico, com um removedor de calcário, não abrasivo.

O Koch Chemie Nano-Glasversiegelung NG Kit (69,95 €) é o conjunto que trata o vidro na sequência completa: preparação da superfície e selagem. É a compra que faz sentido se o objectivo final é ter o vidro a repelir água — polir sem selar deixa o vidro mais poroso e ele volta a manchar mais depressa.

Para faróis de policarbonato — que amarelecem e ficam opacos — o produto é outro, muito menos agressivo. O MaxShine Kit de Restauro de Faróis (39,95 €) trata esse caso e está também em polimento de faróis. Usar composto de vidro num farol come material a mais.

A técnica: boina de feltro ou lã, velocidade baixa, muito lubrificante e o vidro sempre húmido. O vidro aquece muito e um vidro quente pode fissurar — trabalhe em zonas pequenas e verifique a temperatura com a mão. Uma polidora rotativa dá melhor resultado do que uma orbital neste material.

Depois de polir, sele: um selante de vidros faz a água escorrer sozinha acima dos 60 km/h e é o que evita que as marcas voltem. Toda a manutenção normal do vidro está em vidros e faróis e em limpeza de vidros.

Ver também: Vidros e faróis · Limpeza de vidros · Selante de vidros · Polimento de faróis · Polidoras rotativas