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Mau cheiro no carro: tratar a origem, não tapar

Um ambientador não resolve mau cheiro — mistura-se com ele. O cheiro persistente num carro vem quase sempre de um de três sítios: bactérias no evaporador do ar condicionado, humidade presa na espuma dos assentos ou na alcatifa, ou fumo de tabaco impregnado no tecido e nos filtros. Tapar com perfume dura um dia.

Para a origem, o Koch Chemie Fresh Up Fu (17,95 € em 1 L) é o produto de higienização: trata o circuito de ventilação e as superfícies onde as bactérias se instalam. O Mehrzweckreiniger MZR (12,95 € em 1 L, 70,95 € em 11 kg) é o limpador multiusos para a limpeza profunda que tem de vir antes.

Depois de a origem estar tratada, então sim faz sentido o perfume. Os Koch Chemie de 100 ml — Fruit Fusion, Cozy Cotton e Blossom Breeze (8,95 € cada) — são concentrados de vaporizar e usam-se em pequena quantidade nos tapetes e no tecido, não no ar. Ver ambientadores de vaporizar.

Há dois passos que resolvem metade dos casos e que ninguém faz: trocar o filtro do habitáculo e secar o carro por completo depois de qualquer limpeza de tecidos. Um filtro com dois anos é uma esponja de humidade e pó; e um assento que ficou húmido gera cheiro em 48 horas.

Para tabaco, o trabalho é maior: além do circuito de ar, é preciso limpar o tecto — que é onde o alcatrão se fixa e onde ninguém limpa — os vidros pelo interior e todas as superfícies plásticas. Sem o tecto, o cheiro volta sempre. Veja limpeza de tecidos e carpetes.

A manutenção depois é simples: ventilar, não deixar roupa nem toalhas molhadas no carro, e desligar o ar condicionado um minuto antes de estacionar para o evaporador secar. O tratamento completo está em higienização periódica e o resto do interior em interior.

Ver também: Ambientadores · Higienização periódica · Limpeza de tecidos · Vidros interiores · Interior