Polidoras rotativas
Polidora rotativa: para quem já sabe o que está a fazer
A rotativa roda num eixo só, sempre no mesmo sentido, e transmite toda a força directamente à pintura. Corta muito mais depressa do que qualquer roto-orbital — e queima o verniz em segundos se ficar parada num sítio ou numa aresta. É a máquina dos profissionais e não é a primeira máquina de ninguém.
A MaxShine Rotary Polish 1000W (199,95 €) é a rotativa da loja. Os 1000 W dão binário constante mesmo a baixa rotação, que é precisamente onde se trabalha em pintura: entre 600 e 1500 rpm. Rotações altas servem para gelcoat e metal, não para verniz de carro.
Onde a rotativa é claramente melhor: gelcoat de barcos, que é muito mais duro do que verniz automóvel, vidro com boina de feltro, e defeitos profundos em pintura industrial. Para barcos, os compostos próprios estão em polimento de gelcoat.
Três regras que evitam desastres: máquina sempre em movimento, nunca parada; nunca em arestas e vincos, onde o verniz é mais fino e queima primeiro; e boina limpa — uma boina saturada aquece muito mais. Vale começar com a máquina desligada apoiada na pintura e só depois ligar.
A rotativa deixa sempre hologramas — marcas circulares que se vêem ao sol de lado. Isso não é defeito da máquina, é como ela trabalha. O trabalho tem de terminar com uma passagem de acabamento numa roto-orbital com espuma macia e polish de acabamento.
Se o objectivo é corrigir a pintura do carro de família, a resposta honesta é uma roto-orbital de curso longo: chega a 90 % dos casos e não queima nada. Toda a gama está em máquinas e equipamento e os consumíveis em polimento.
Ver também: Máquinas e equipamento · Polidoras orbitais · Boinas de lã · Polish de acabamento · Polimento de gelcoat