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Polir a pintura: compostos e zona de teste

Polir é remover uma camada muito fina de verniz para nivelar os riscos. É por isso que se faz o mínimo necessário: o verniz de um carro moderno tem poucos microns e não se repõe. Todo o trabalho começa por descobrir quanto corte é realmente preciso.

A zona de teste decide tudo. Escolha 40x40 cm num painel plano, comece pelo menos agressivo — boina de acabamento com composto médio — e avalie ao sol ou com lâmpada de inspeção. Se resolveu, é esse o processo para o carro todo. Se não, sobe-se um nível de boina ou de composto, nunca os dois ao mesmo tempo.

O erro mais comum é começar pelo composto de corte máximo. Remove riscos e remove verniz que não volta, e deixa hologramas que obrigam a um segundo passo de refinamento. Um passo bem escolhido vale mais do que dois mal planeados.

Antes de polir, o carro tem de estar descontaminado: cada partícula que ficou no verniz é arrastada pela boina em círculo. E depois de polir, a pintura fica sem qualquer proteção — tem de levar selante, cera ou coating no mesmo dia.

Quantos microns se removem? Um passo de acabamento remove muito pouco; um de corte pode remover vários — daí o limite de dois ou três polimentos na vida do carro. Preciso de medidor de espessura? Para trabalho profissional sim; em uso próprio, prudência substitui o aparelho. Posso polir à mão? Só marcas muito leves. Que iluminação uso? Uma lâmpada de inspeção — sem ela não se vê o defeito nem o progresso.

Ver também: Pintura · Boinas e pratos · Polidoras · Preparar · Ceras e selantes